segunda-feira, 13 de junho de 2011

Nos dias mais sombrios e de trevas

Meu ódio clama gritos de tormenta.

Corpos se esvaiando, o metal rasgando

A pele, gemido em gozos de satisfação.

Cortes profundos, a pele para fora e

A mais agonizante lamina a fura mais.

Canivetes desfiando lábios, sangue

Escorrendo, afundamos em rio

Sem fundo.

Criaturas boiando,afogados, homens

Comendo homens, a carne

Fascina, e queremos mais.

Sexo sem amor, corpos sem

Alma se entrelaçam.

Cabeças são as faces de homens

Sem paixão.

Coração negro, morte sem piedade,

Vida vivida na obscuridade.

Mãos esquartejadas no chão, longe

De seus prazeres, a veia pulsando

Para longe do pulso, a agonia

Trás prazer, cicatrizes

São a vida.

Espinhos não furam, entram

E não saem, nem pela mais

Profunda dor.

Alem da morte não há prazer.


~~ algo que fiz e não sabia se postava ^^'

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